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13/11/2009

Governo lança plano de alerta dos madeirenses para a pobreza e exclusão sociais
Marketing Social no início de 2010
O Plano de Marketing Social será apresentado no início de 2010, garantiu ontem ao JM a directora regional de Segurança Social. O instrumento irá complementar os outros planos lançados este ano e visa sensibilizar a população madeirense para a problemática da pobreza e da exclusão social. Bernardete Vieira diz que quer colocar os madeirenses a reflectir seriamente sobre aqueles temas.
O Plano de Marketing Social, que a Direcção Regional da Segurança Social está a elaborar, ficará pronto no início de 2010. E irá procurar chamar a atenção, conforme destaca a directora regional, Bernardete Vieira, para as problemáticas da pobreza e da exclusão sociais.
Bernardete Vieira sublinha que este ano ficou marcado pela concretização de vários instrumentos de planeamento social, como são os casos da Estratégia Regional de Apoio à infância, do Plano Gerontológico (conduzido pela Secretaria Regional dos Assuntos mas com o contributo da DRSS), do Plano para os Sem-Abrigo e ainda do Plano Regional para a Violência Doméstica, que será apresentado nos próximos dias.
Neste sentido, sublinha, ficou para o fim o Plano de Marketing Social, não só por uma questão de prioridades, mas também porque aqueles planos permitiram elencar uma série de conclusões, para as quais importa agora chamar a atenção dos madeirenses.
A governante sublinha que o Plano de Marketing irá permitir veicular, junto da população, uma série de mensagens e de alertas para várias problemáticas, com destaque para as causas da Problema e da Exclusão Social.
Essas mensagens serão divulgadas através da Comunicação Social, mormente recorrendo a campanhas publicitárias, simpósios e conferências, com especialistas forasteiros e locais, e ainda com diversas iniciativas, a equacionar no Plano.
Bernardete Vieira diz que o importante é alertar as pessoas para a problemática, pôr os madeirenses a pensar no que se passa. «Vamos divulgar toda a realidade, as formas como estamos a resolver os problemas e pedir a colaboração da sociedade para que essa resolução tenha os melhores resultados possíveis», concluiu.

08/11/2009

Madeira integra estudo sobre paralisia cerebral

(in Jornal da Madeira)
7.11
.2009
O Desenvolvimento da Criança” foi o tema das jornadas que decorreram, ontem, no auditório do Museu Casa da Luz e que contou com a presença do presidente do Instituto da Administração da Saúde e Assuntos Sociais, IP, RAM (IASAÚDE), Maurício Melim.
Organizada pela clínica de fisioterapia e ginásio Equilibrium, marcando assim a abertura do Centro da Mulher e da Criança, esta iniciativa contou no seu painel de oradores com especialistas regionais e nacionais que informaram pais e cuidadores sobre o desenvolvimento normal da criança, sinais de alerta e factores de risco.
Maria da Graça Andrada é presidente da Direcção Nacional da Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral e ontem abordou a intervenção precoce em crianças com atraso no desenvolvimento. Aquela pediatra adiantou que a Madeira tem colaborado no registo da paralisia cerebral a nível nacional para saber quantas crianças existem com este problema. «Esta é uma doença que exige um apoio continuado e a Região tem uma associação, um centro de desenvolvimento e com mais esta unidade será importante para dar apoio às crianças e famílias ao nível da educação para serem incluídas nos jardins de infância com outras crianças». No seu entender, «todo o apoio que estas crianças tiverem nas primeira idades, pode torná-las mais aptas para a inclusão social».
Neste sentido, realçou a importância de os pediatras estarem atentos aos primeiros sinais no atraso do desenvolvimento da criança para que a intervenção seja mais rápida. Na Madeira, vão ser desenvolvidas acções nos centros de saúde para alertar para os problemas do desenvolvimento infantil.
Nem todas as crianças são bebés de revista.
Uma outra oradora foi a fisioterapeuta Elisabete Marques, docente na Escola Superior de Saúde de Alcoitão, que focou a questão da abordagem da equipa multidisciplinar em crianças com atraso no desenvolvimento. No entanto, defendeu ainda que estas equipas devem abranger as famílias, já que o primeiro impacto de quando se vêm a braços com uma criança portadora de deficiência é sempre negativo. «Quando se programa uma criança é sempre “Nestlé”, loura, olhos azuis e perfeita e quando a criança sai destes padrões, ainda por cima numa sociedade que dá muito valor à imagem é difícil aceitar e aqui o profissional tem de entender o tempo da família para se adaptar ao novo filho», explicou.
Na sessão de abertura das jornadas, o presidente do IASAÚDE, Maurício Melim, sublinhou que um dos objectivos do programa de Governo até 2011 é o de promover a saúde, «dando anos de vida». Além disso, existe a Estratégia Regional para a Infância e Adolescência que prevê a cooperação entre os diversos organismos, tudo porque «a saúde tem de ser assegurada».

15/10/2009

Jornadas da Formação Sénior

No âmbito das Jornadas de Formação Sénior

Polícia de Segurança Pública deu conselhos de segurança a idosos


No âmbito das Jornadas de Formação Sénior, inseridas nas comemorações do mês internacional da pessoa idosa, promovidas pela Casa do Povo de Santa Cruz, a Polícia de Segurança Pública (PSP) deslocou-se, ontem, à Casa da Cultura de Santa Cruz, onde transmitiu conselhos de segurança a um grupo de idosos do concelho, ao abrigo do programa “Idosos em Segurança”.
De acordo com o agente Manuel Menezes, cada vez se nota mais a existência de idosos em situação de isolamento e a necessitar de apoio, ao mesmo tempo que o número de burlas e outro tipo de situações deste género em relação a este grupo etário aumenta. Daí a cada vez maior preocupação em aproximar a Polícia dos cidadãos.
Entre os conselhos deixados, é de sublinhar a necessidade de acabar com alguns hábitos antes usuais, como pôr a chave debaixo do tapete ou deixar a porta entreaberta enquanto se vai a casa do vizinho. Além disso, a Polícia aconselha a que estas pessoas tenham sempre disponíveis os contactos telefónicos de emergência, para caso seja necessário, que tenham o cuidado de não abrir a porta a estranhos e que não aceitem nem assinem propostas que venham de estranhos. A colocação de uma corrente na porta é também útil, bem como reforçar os pontos de acesso à residência e ter sempre iluminação suficiente. A PSP também chama a atenção para que as pessoas estejam mais alerta ao caminhar na rua, especialmente quando vão a alguma instituição levantar dinheiro, e para que desconfiem de certas abordagens.
Na sessão foram distribuídos panfletos com informações sobre o Programa Integrado de Policiamento de Proximidade, onde se insere o “Idosos em Segurança”, com conselhos e ainda com contactos úteis.